Em Vazio, a ausência ganha forma e peso emocional.
Blocos ocres e cinzas constroem uma paisagem em dissolução.
O que antes era estrutura agora se fragmenta em silêncio.
Quadrados suspensos sugerem portais sem destino.
Não conduzem, não conectam, apenas permanecem.
O chão se desfaz em névoa, memória e instabilidade.
O vazio aqui não falta — ele permanece e ecoa.
